quinta-feira, 27 de junho de 2024

Multiplicação de Pães

 



Multiplicação de Pães 

6.2-4 6.2-4 Jesus era popular, e uma grande multidão o seguia, principalmente por causa dos sinais que operava sobre os enfermos.sinais que operava sobre os enfermos. 

Presumivelmente para continuar a ensinar, Jesus subiu ao monte Jesus subiu ao monte (o Mar da Galiléia é cercado por montes) e assentou-se ali come assentou-se ali com os seus discípulos. os seus discípulos. João menciona três celebrações da Páscoa Páscoa neste Evangelho: a primeira em 2.13 (quando Jesus estava em Jerusalém), a segunda aqui (quando Jesus permaneceu na Galiléia), e a terceira em 12.12 (quando Jesus foi para Jerusalém e foi crucificado pouco tempo depois).

6.5,6 As multidões seguiam Jesus subindo os montes. Quando Jesus as viu, Ele perguntou a Filipe Filipe onde comprariam pão para estes comprariam pão para estes comerem. Se alguém sabia onde conseguir comida, seria Filipe porque ele era de Betsaida, uma cidade há cerca de quatorze quilômetros dali (1.44). Jesus estava testando Filipe para fortalecer a sua fé. Ao pedir uma solução humana (sabendo que não havia nenhuma), Jesus destacou o ato poderoso e miraculoso que Ele estava prestes a realizar.

João nos dá uma pista: Jesus estava experimentando Filipe, porque Ele bem sabia o o que havia de fazer. que havia de fazer. No uso habitual, a palavra “experimentar” (peirazo) tem um significado neutro. Ela se refere a uma experiência de provação como o teste de Jesus no deserto ou o teste de Abraão no sacrifício de Isaque. Em todos estes casos, Deus permitiu que o teste ocorresse, não esperando falha, mas colocando a pessoa em uma situação em que a sua fé pudesse ser fortalecida. Jesus não queria que Filipe perdesse o que Ele estava prestes a fazer.

6.7-9 Filipe percebeu que pelo número de pessoas que subiam em sua direção, duzentosduzentos dinheiros de pão dinheiros de pão não lhes bastariam, parapara que cada um deles que cada um deles tomasse um pouco. um pouco. Mas, na verdade, Filipe não respondeu realmente a pergunta de Jesus. O Senhor havia lhe perguntado onde eles poderiam comprar comida; Filipe respondeu com o que ele percebia ser o problema maior - o dinheiro que seria necessário para fornecer a comida.

Neste momento, André André (que é geralmente apresentado nos Evangelhos como o irmão de Simão Pedro, de Simão Pedro, e que assume uma posição subordinada a ele) aproveitou uma oportunidade para juntar-se à discussão. Aparentemente um rapaz rapaz que havia ouvido casualmente a conversa tirou o seu almoço e o ofereceu. Foi André que inadvertidamente respondeu a pergunta original de Jesus. Ele destacou que a única comida disponível era o almoço do rapaz: cinco pães de cevada e dois peixes. pães de cevada e dois peixes. (Pães de cevada e peixes eram a refeição dos pobres). Então André acrescentou o repúdio: “Mas que é isso para“Mas que é isso para tantos?” tantos?” Não podemos ter certeza se André estava falando com humor ou através de uma hipérbole, mas podemos estar bem certos de que ele não esperava o que se seguiria.

6.10-13 6.10-13 O que foi oferecido era suficiente para Jesus. Ele disse que os discípulos deveriam mandar que os homens os homens se assentassem. Os homens homens (a palavra grega significa “indivíduos do sexo masculino”) eram em número deem número de quase cinco mil. quase cinco mil. Portanto, com mulheres e crianças, havia muitos mais. Então Jesus tomou os pães e, havendo dado graças,tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos,repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos, pelos que estavam assentados. pelos que estavam assentados. Os peixes também foram distribuídos de igual modo. 

Depois que todos haviam comido e estavam saciados, saciados, eles ainda tinham os pedaços que os pedaços que sobejaram; e os discípulos encheram doze cestos cestos com os pedaços dos cinco pães de cevada que sobraram. Este milagre e estas sobras revelam Jesus mais uma vez como o Senhor que é completamente suficiente. 

As nossas necessidades e problemas não são obstáculos para Ele, porque o seu poder abundante transcende qualquer necessidade ou problema que coloquemos diante dele.

6.14 6.14 As pessoas viram e encheram seus estômagos como resultado deste sinal - quem poderia ter perdido isto? - e isto os levou a crer que Jesus era o Profeta o Profeta que Moisés havia predito (Deuteronômio 18.15-18). 18.15-18). João não diz que o povo estava errado ao pensar em Jesus como “o Profeta”, mas o versículo seguinte mostra que eles pensavam que este Profeta devia ser um líder político. Nisto eles estavam errados.

Eliseu prefigurou este Profeta (que se assemelhava ao Messias) que viria. De acordo com 2 Reis 4.42-44, Eliseu alimentou cem homens com vinte pães (uma proporção de 5.1). 

Mas Jesus alimentou cinco mil com cinco pães (uma proporção de 1000:1)! Em Isaías 25.6-9, o profeta disse que o Messias prepararia um grande banquete para todo o povo: judeus e gentios. Este milagre mostra que Jesus é o Messias.

6.15 6.15 Durante o ministério de Jesus, o fervor nacionalista estava em alta; o povo queria um rei, um líder que libertasse Israel de Roma. O povo esperava isto do futuro Messias-Rei. Quando Jesus percebeu a intenção deles, partiu. O Reino de Jesus não seria terreno; seu Reino não seria estabelecido por um maremoto de popularidade. 

Esta mesma oportunidade de poder político já havia sido oferecida a Jesus por Satanás no deserto (Mateus 4.1-11). Jesus sabia que a oportunidade imediata não era nada se comparada com aquilo que Deus havia planejado (veja Daniel 7.13,14).

Jesus transforma Água em Vinho


 As seis talhas de pedra seis talhas de pedra eram normalmente usadas para a cerimônia da purificação purificação das mãos como parte dos ritos judaicos antes das refeições (veja Mateus 15.1,2). Quando cheias, cada uma delas podia conter duas ou três duas ou três metretas (entre oitenta e cento e vinte litros).

2.7,8 2.7,8 O fato de encher até em cima encher até em cima mostrava que nada podia ser acrescentado à água. água. Depois que Jesus realizou o milagre, toda a água foi transformada em vinho, e nenhum vinho foi acrescentado à água. Isso retrata a abundância da bondosa obra de Cristo e também indica a sinceridade da obediência dos empregados. Eles mergulhavam o copo na talha e retiravam água que havia sido milagrosamente transformada em vinho. Jesus ordenou-lhes que levassem o vinho ao mestre de cerimônias (mestre-sala).

2.9)10 (mestre-sala).

2.9)10 Era costume oferecer primeiro o vinho bom primeiro o vinho bom (ou seja, o melhor), e depois o vinho menos nobre, porque o paladar das pessoas se tornava menos sensível à medida que bebiam mais e mais. A água transformada em vinho era de tal qualidade que o mestre-sala mestre-sala fez questão de mencionar esse fato ao noivo, noivo, que provavelmente também ficou surpreso. Nenhum deles sabia de onde tinha vindo esse vinho, mas Maria, os empregados e os discípulos estavam cientes do que havia acontecido.

Esse milagre ilustra o vazio dos rituais judeus em comparação com o que Jesus veio trazer (veja 4.13; 7.38,39). A água do rito da purificação havia se transformado no vinho da era messiânica. Será que já provamos desse vinho?

2.11 2.11 Os Evangelhos registram trinta e cinco sinais sinais milagrosos realizados por Jesus. No Evangelho de João cada milagre era um sinal que tinha o propósito de indicar às pessoas a verdade de que Jesus era o divino Filho de Deus descido do céu. Esses sinais eram ações notáveis que revelavam a presença e o poder de Deus. De acordo com o Evangelho de João, esse foi o primeiro sinal de Jesus, e foi realizado em Caná da Galiléia Caná da Galiléia (sua própria região), sendo que o segundo também foi realizado no mesmo local (veja 4.46-54).

Muitos podem ter imaginado porque Jesus iria “desperdiçar” seus poderes ao realizar esse milagre de providenciar vinho para uma festa de casamento. Mas todos os milagres de Jesus tinham um propósito - além de aliviar o sofrimento, eles eram uma exibição da sua glória. Os milagres registrados no Evangelho de João (e na verdade todos os milagres registrados pelos outros autores do Evangelho) demonstravam o grande amor de Deus pelo povo e sua preocupação pelas necessidades individuais. Mas, em um nível mais profundo, a especial e única natureza divina de Jesus era retratada de forma a reivindicar nossa lealdade e reverência. O sinal de transformar água em vinho era uma revelação parcial da plena identidade de Jesus. 

Seu poder sobre a natureza, a morte, o pecado e o mal revelavam que Ele era o Messias prometido.

Até esse ponto, os discípulos discípulos (aqueles que haviam sido chamados até aquele momento) estavam seguindo Jesus de acordo com suas próprias razões. Outros poderiam estar se perguntando quem era Jesus, e o estavam seguindo apenas para descobrir a verdade. Joáo diz que quando os discípulos viram o milagre, eles creram nele. nele. Esse milagre demonstrava o poder de Jesus sobre a natureza e revelava a forma como pretendia executar seu ministério, ajudando os outros, falando com autoridade e permanecendo em contato com as pessoas. Deus pode nos confrontar de inúmeras maneiras, em se tratando da necessidade que temos de crer no seu Filho. Seremos considerados responsáveis pela nossa decisão em relação a Ele, quer creiamos ou não.

2.12 Cafarnaum havia se tornado a base de Jesus durante seu ministério na Galiléia. 

Localizada na principal rota comercial, ela era uma importante cidade daquela regiáo, sede de uma guarnição romana e de um posto alfandegário. Em Cafarnaum Mateus foi chamado para ser discípulo de Jesus (Mt 9.9). 

Essa cidade também era o lar de vários outros discípulos (Mt 4.13-19) e de um importante oficial do governo (4.46) e tinha pelo menos uma sinagoga principal. Embora Jesus tivesse transformado essa cidade na sua base de operações na Galiléia, Ele a condenou pela descrença do seu povo (Mt 11.23; Lc 10.15).

Comentário Aplicação Pessoal 

Cordeiro de Deus

O Cordeiro de Deus 

 1.29 Na mente dos judeus, o título Cordeiro de Deus ficaria associado ao cordeiro da Páscoa (Exodo 12), e aos cordeiros usados nos sacrifícios diários das ofertas pelo pecado (veja Levítico 14.12,21,24; Números 6.12). 

Toda manhã e toda tarde um cordeiro era sacrificado no templo pelos pecados do povo (Exodo 29.38-42). Isaías 53.7 profetizou que o Messias, o servo do Senhor, seria levado à morte como um cordeiro. Para pagar o castigo pelo pecado, uma vida devia ser oferecia - Deus resolveu que Ele mesmo devia promover o sacrifício. Ao morrer como o perfeito sacrifício, Jesus removeu o pecado do mundo e destruiu o seu poder. Dessa forma, Deus perdoa os nossos pecados (1 Co 5.7). Ao chamar Jesus de Cordeiro de Deus, João estava indicando que Ele era o sacrifício substitutivo oferecido por Deus.

Jesus tira o pecado do mundo. tira o pecado do mundo. A palavra grega para “tirar” também pode significar “adotar”. Jesus adotou os nossos pecados assumindo-os para si. Essa é a imagem desenhada em Isaías 53.4-9 e 1 Pedro 2.24. O “pecado do mundo” significa o pecado de cada um de nós, individualmente. Jesus pagou com a sua morte o preço pelos nossos pecados. Nós reivindicamos o perdão que Ele nos concedeu quando assumiu a propriedade dos nossos pecados.

Comentário Aplicação Pessoal


Neste parágrafo o Espírito conota rege­ neração, pois Ele está ligado com as pala­ vras de abertura do versículo 29 que iden- tificamjesus: “ Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Jesus como o Cordeiro de Deus só ocorre no Evangelho de João e em Apocalipse. Ainda que exis­ tam várias teorias sobre a que tipo de cor- deirojoão está se referindo, o próprio Evan­ gelho sugere quejesus seja o Cordeiro pascal do fim do tempo. Ele substitui o cordeiro oferecido em cada Páscoa (veja o comen­ tário sobre João 13 e 20). Este Cordeiro “tira o pecado do mundo”. “Pecado” está no sin­ gular e tem um artigo acompanhante, o que sugere que um pecado em particular está em vista, um no qual todos participam, qual seja, o “ pecado original”. Esta era a condi­ ção do mundo quando a Palavra veio. De fato, esta é a razão de Jesus vir (cf. João 1.10; 3.16-21; 8.34-47; l João 3.1-10)

Comentário Pentecostal NT

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quarta-feira, 26 de junho de 2024

Se fez carne

 A frase, o Verbo se fez carne o Verbo se fez carne é interessante e impressionante, apesar da sua familiaridade. 

Compreender o seu significado irá simplesmente incrementar a nossa admiração. 

Quando Jesus nasceu, Ele não era parte homem e parte Deus, Ele era completamente humano e completamente divino (Cl 2.9). Antes da vinda de Cristo, as pessoas só podiam


conhecer a Deus parcialmente. Depois de Cristo, as pessoas podiam (e podem) conhecer a Deus plenamente porque Ele havia se tornado visível e tangível (Hb 1.1-3). Cristo é a perfeita expressão de Deus sob a forma humana. 

Os dois erros mais comuns que as pessoas cometem a respeito de Jesus são minimizar sua humanidade ou minimizar sua divindade. 

Jesus é ao mesmo tempo humano e divino (veja Filipenses 2.5-9). Deus, através de Jesus, viveu (habitou) (habitou) na terra entre as pessoas. O homem que vivia com os discípulos era Deus encarnado! 

João ficou completamente dominado por essa verdade. Ele começa sua primeira carta descrevendo a experiência de ver, tocar e ouvir esse Verbo que havia se tomado carne e estava com eles (1 Jo 1.1-4). Através de Cristo, Deus veio para encontrar o seu povo, e nós podemos encontrar Deus. Ele foi descrito pot João como cheio de graça e de verdade. cheio de graça e de verdade. A palavra glóriaglória se refere à divina grandeza de Cristo e ao seu fulgente esplendor moral (para um exemplo específico de “vimos sua glória”, veja 2.11). 

Esse é, provavelmente, o exemplo mais claro do que João estava pensando quando ele e dois outros discípulos viram a Transfiguração de Jesus (veja Mateus 17.1-13. Pedro comentou especificamente esse fato em 2 Pedro 1.16- 18). Essa era a glória do unigénito do Pai. glória do unigénito do Pai. O Filho era o unigénito do Pai, o seu único Filho. 

Embora todos os crentes sejam chamados de “filhos” (1.12,13), Jesus é o único filho que goza de um especial relacionamento com Deus. O pensamento oriental ensina um ciclo de reencarnações. Muitos hindus acreditam que Jesus fazia parte de uma das reencarnações de Krishna. Mas João ensina que Jesus, como o único Filho de Deus, tem uma glória especial e um incomparável, inimitável e irreprodutível lugar d Essae honra.


Nascer de novo

 •Você tem que nascer de novo (3.1-21)

Nicodemos era um rígido fariseu e um dos principais sacerdotes. Quando Jesus lhe disse que teria que nascer de novo para entrar no Reino de Deus, Nicodemos pensou na impossibilidade de experimentar o nascimento físico novamente. Então o Senhor lhe explicou que o novo nascimento é uma obra misteriosa, maravilhosa e miraculosa do Espírito de Deus e isto acontece quando um pecador crê no filho unigênito de Deus. Aquele que crê tem a vida eterna, mas aquele que não crê já está condenado. Naturalmente falando, as pessoas não querem crer porque amam a escuridão moral (pecado) mais do que a luz (justiça).



No princípio

 

0 Verbo Jo1.1;17.5;Ap19.13 

1."No Princípio,Era Verbo"-O Verbo é Deus eterno.

2."E o Verbo estava com Deus"-o Verbo é distinto de Deus.

3."E o Verbo era Deus"-o Verbo é  divino.

Estudo Evangelho de João

 Introdução

Propósito singular de João

João, o filho de Zebedeu e o “discípulo a quem Jesus amava” , dá o propósito de seu Evangelho em João 20.31: “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” . Isto faz com que somente este Evangelho tenha o ímpeto evangelístico, embora, naturalmente, todos os Evangelhos levem a Cristo como o Salvador. Este retrato de Jesus como Filho de Deus e Salvador do mundo é enfatizado ao longo de toda esta narrativa.

Conteúdo único e data de João

Mais de 90% do conteúdo de João é único e não é encontrado nos outros Evangelhos. Acredita-se que ele escreveu no fim do primeiro século (algo em torno de 85-95 d.C.) e propositadamente suplementou Mateus, Marcos e Lucas. O ministério na Judéia, por exemplo, é encontrado somente em João (João 1.15-4.54).

Os sete “Eu sou” de João

Os sete “Eu sou” deste Evangelho são familiares: o Pão da Vida; a Luz do Mundo; a Porta: o Bom Pastor; a Ressurreição e a Vida; o Caminho, a Verdade e a Vida; e a Videira. Nem tão familiares são as sete vezes em que Jesus Se referiu como EU SOU sem nenhuma descrição a mais (João 4.26; 6.20; 8.24, 28, 58; 13.19; 18.5, 8. A última ocorrência é dupla). Ao usar este título, Ele fez uma reivindicação direta de ser o YAHWEH do Antigo Testamento (o “EU SOU”, do verbo hebraico “ser”).

Os sete sinais de João

Há sete milagres ou sinais públicos, designados a mostrar que Jesus é Deus: a transformação de água em vinho; a cura do filho de um oficial; a multiplicação de pães para a multidão de 5.000 homens; a caminhada sobre o Mar da Galiléia; a cura do cego de nascença e a ressurreição de Lázaro dentre os mortos. Além disso, após Sua ressurreição, Ele proporcionou uma pesca milagrosa para Seus discípulos.

Estilo e material de João

O vocabulário e a estrutura das frases de João são geralmente simples; entretanto, os pensamentos que ele expressa são inesgotáveis.

Comentário Básico NT



terça-feira, 5 de setembro de 2023

Tabela de Análise Bíblica - Prof. Márcio Ruben

 TAB


Nossa TAB Tabela de Análise Bíblica
Na Crença Central analisamos algo negativo enraizado no povo. Ex. No caso de Zaqueu, o judeu não via salvação para o publicano, No caso do Filho pródigo o irmão mais velho não via possibilidade do filho mais novo ser perdoado e aceito.

Toda situação leva a um pensamento, o pensamento leva a um sentimento, emoção. E todo sentimento leva a um comportamento.

Vamos analisar Lc  10.25-37. A Parábola do Bom Samaritano

Na crença central: O que os judeus pensavam sobre quem era o seu próximo?
Na situacão 1:
Quem foi o primeiro a passar pelo judeu necessitado?
Pensamento:
O que ele devia ter pensamento:
Comportamento: 
Qual foi a atitude dele:
Na situacão 2:
Quem foi o segundo a passar pelo judeu necessitado?
Pensamento:
O que ele devia ter pensamento:
Comportamento:
Qual foi a atitude dele:
Na situacão 3: 
Quem foi o terceiro a passar pelo judeu necessitado?
Pensamento:
O que ele devia ter pensamento:
Comportamento: 
Qual foi a atitude dele:
VERDADE PRINCIPAL
O que podemos aprender com a passagem?

Crença Central: Meu próximo só é outro judeu.
Situação 1: Sacerdote passando
Pensamento: "Estou com pressa", "não posso me contaminar com um morto"
Sentimento: indiferença, apatia.
Comportamento: passou ao largo, distante.

Situação 2: Levita passando.
Pensamento: "Estou com pressa", "não posso me contaminar com um morto"
Sentimento: indiferença, apatia.
Comportamento: passou ao largo, distante.

Situação 3: Samaritano passando.
Pensamento: "Vou me aproximar", "Vou ajudá-lo.
Sentimento: Íntima compaixão, empatia.
Comportamento: Aproximou-se, cuidou do judeu caído, levou-o para uma hospedaria segura.

Verdade Central: todos são o meu próximo. A salvação é universal, Deus quer salvar a todos.

Analisando: Rt 1.8-18.
Crença Central: Melhor cada uma seguir seu caminho sozinha
Situação 1: Noemi fala às noras
Pensamento: "Melhor elas irem embora" "Vou embora sozinha
Sentimento: tristeza, angústia, solidão
Comportamento: falou para irem embora, decidiu ir embora.

Situação 2: Orfa ou a sua sogra.
Pensamento: "Vou embora", "Vou seguir meus deuses".
Sentimento: indiferença, insegurança.
Comportamento: Foi embora sozinha.

Situação 3: Rute ouve sua sogra.
Pensamento: "O teu Deus será o meu Deus, onde fores irei eu.
Sentimento: confiança, empatia, segurança, fé.
Comportamento: Foi embora com Noemi.

Verdade Central: Rute mostrou a verdadeira amizade. Rute representa a noiva, a igreja. Boaz representa Cristo. Jesus resgatou a Igreja, fez seu povo.








segunda-feira, 4 de setembro de 2023

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

TESOURO EM VASOS DE BARRO






 

😞 *O PARADOXO DO SOFRIMENTO DE PAULO* 😁

 

Paulo usa nesse texto que escreveu aos coríntios duas figuras muito usadas na Bíblia, que são o “tesouro” e o “vaso de barro”. Vamos mergulhar juntos no texto e contexto e entender a aplicação que ele quis nos trazer nesse profundo ensino.

O que significa “temos, porém, este tesouro em vasos de barro”?


✅ Paulo começa o Capítulo 4 de 2 Coríntios falando sobre o ministério que eles (Paulo e seus companheiros) têm, que vem de Deus e que, por isso, eles, mesmo diante de muitas lutas, não desfalecem:


“Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos” (2 Coríntios 4:1).


Pelo contrário, eles trabalham para que tenham um ministério santo, correto diante de Deus, focado na mensagem do Senhor (2 Coríntios 4:2).


Paulo considera que muitos não têm dado ouvidos à mensagem proclamada, não porque ela não esteja sendo manifestada, pregada entre eles, mas porque essas pessoas têm andado pelo caminho do maligno e, por isso, estão distantes da luz (2 Coríntios 4:3-4).


✅ Agora Paulo fala algo importante que nos ajudará a entender sobre os tesouros em vasos de barro: “Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus” (2 Coríntios 4:5).

Aqui Paulo quer deixar claro suas motivações e o foco de sua mensagem. Note que ele sente a necessidade de mostrar que as pregações realizadas por eles, as mensagens proclamadas (e também seu conteúdo) não são pregações focadas no homem, mas em Cristo.


E que a mensagem não é humana, mas vem de Deus. Na sequência, diz: “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Coríntios 4:7).


✅ Agora conseguiremos entender melhor o que Paulo quer nos mostrar. Vejamos:


(i) Este tesouro: é a glória do evangelho. É essa a mensagem que é o centro da pregação deles, que tem Cristo como seu conteúdo principal. No verso anterior Paulo falou da ação desse tesouro:

“Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo” (2 Coríntios 4:6).


Nesse verso vemos como o evangelho age, trazendo luz e transformação, mudando o conhecimento das pessoas sobre Deus através do Senhor Jesus Cristo.


De fato Paulo tem razão! Eles carregavam um tesouro inigualável para compartilhar! Alguém poderia pensar: Um tesouro tão grande só poderia ser carregado por um recipiente de igual grandeza e preciosidade!

Mas não é bem assim que Paulo enxerga. Vejamos:


(ii) Vasos de barro. São os portadores do evangelho, aqueles que o pregam, que o anunciam. A ideia dessa figura é mostrar a fragilidade humana, sua fraqueza natural em contraste com a grandeza do tesouro que carregam em suas vidas para compartilhar.


O vaso de barro não é dos materiais mais fortes e nobres para se fazer um objeto para carregar algo de valor!


No entanto, o uso da figura mostra exatamente que aquilo que deve ser valorizado é o tesouro que está dentro desses “vasos de barro” e não os vasos em si. O tesouro é maior do que o recipiente!


Mas Deus, por Sua graça, faz com que, mesmo os vasos de barro, com toda sua fragilidade, consigam cumprir sua missão de levar tão grande tesouro!


✅ Dessa forma, podemos observar como Paulo e seus companheiros se colocam em posição de humildade diante de Deus e de seus leitores.


Tinham sim um tesouro a ser manifestado, o evangelho de Jesus Cristo, mas sabiam de suas limitações, sabiam de seu lugar, sabiam que toda a glória deveria ser dada a Cristo e não a eles (os vasos).


Isso nos ajuda a enxergar e entender que qualquer orgulho ou exaltação humana não tem lugar diante do evangelho.


O evangelho é um tesouro carregado pelos humildes, por aqueles que reconhecem quem são, sua pequenez, seu estado de total dependência da graça de Deus!


✍🏽 *NOTA:*

O *tesouro* é o evangelho da Glória que vem de Deus, não é do homem. O Vaso é o corpo do Cristão que é frágil a fim de que, no cristão, repouse o poder de Deus. A Excelência sempre vem de Deus e não do homem para que este não se glorie.

(MARCOS TORRES)

COMBATI O BOM COMBATE

 




⚔🛡 *COMBATENDO O BOM COMBATE* 💪🏽


🛡 *O velho baluarte da Fé do evangelho já estava avançado de idade*. Se encontrava preso em Roma. Prisão Mamertina, completamente solitária com apenas uma entrada pelo teto. Muito quente de dia, muito fria de noite. Nero, o maligno tirano era quem governava e combatia duramente contra os cristãos. É neste cenário que Paulo escreve a carta para o jovem Timóteo.


🛡 *Paulo já sabia que estava para morrer*, então ele dá as últimas orientações a seu discípulo. Por esse motivo a carta de 2 Timóteo é conhecida como a "carta de despedida". Dentre as recomendações, admoestações e ensinos, destaca-se essas três afirmações.


• *1. Combati o bom combate.*

• *2. Completei a carreira*

• *3. Guardei a fé*


1️⃣ *COMBATER O BOM COMBATE.*

Significa lutar conforme as regras, isto é, lutar segundo as escrituras. Sem distorções ou desvios.


É sofrer as aflições como bom soldado de Cristo e manejar bem a palavra da verdade. É combater de modo digno pelo evangelho mesmo como Paulo, sofrendo açoites, prisões, apedrejamento, naufrágio, fome, sede, frio, nudez, frustrações, traições, incompreensões, acusações. Tudo isso faz parte do bom combate. Significa ainda que devemos vestir toda a armadura de Deus para lutar, não contra a carne nem o sangue mas os principados e potestades descritos por Paulo em Efésios 6.14. O mal combate é quando lutamos contra nossos irmãos. Lutas, intrigas, porfias, inimizades, iras e toda obra da carne. O bom combate é contrário a tudo isso, é o combate contra o Mal.


2️⃣ *COMPLETEI A CARREIRA*

Significa ir até o fim. Como Deus falou para Daniel: "Tu, porém, vai até ao fim; porque descansarás, e te levantarás na tua herança, no fim dos dias. Daniel 12:13" Isto faz alusão ao revezamento de bastão que os atletas faziam nas competições. O atleta precisava completar todo o percurso e passar o bastão para o companheiro de equipe continuar. Assim Paulo fez. Foi até o fim em sua carreira ministerial e passou o legado para Timóteo que por sua vez fez o mesmo para com outros e por isso o evangelho chegou até onde nós estamos hoje. Não podemos deixar de completar a carreira, precisamos ir até o final dela. Nossa carreira só termina quando Deus decide o final.


3️⃣ *GUARDEI A FÉ.*

Hoje vivemos uma crise de fé. Para muitos a fé é um PENSAMENTO POSITVO que funciona como uma chave para abrir portas do sobrenatural. Para outros, a fé está esfriando de tal forma que a INDIFERENÇA impera dentro da igreja. Os crentes quase não se importam mais com assuntos tão importantes como a vinda de Jesus. Sim Jesus mesmo nos adverte: "Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? Lucas 18:8


✳️ *Amados, a fé é como um TESOURO* que deve ser bem guardado, protegido da incredulidade e heresias. Precisamos manter a fé mesmo em meio a dificuldade em que estamos passando.


Sabendo que um dia, trocaremos a fé por uma coroa de glória. Por isso Paulo diz o que resta a ele:

Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda. 2 Tm. 4:8


Precisamos guardar a Fé para não perdermos nossa coroa.


✳️ *Amados, não espere por  melhoras nesta terra*. Isto não é um discurso fatalista ou pessimista. Todos sabemos que antes da volta de Jesus, a situação vai ficar muito ruim. Por esse motivo precisamos colocar em evidência as recomendações de Deus por meio de Paulo. Precisamos COMBATER o bom combate. Precisamos COMPLETAR a carreira. E precisamos também GUARDAR a fé, sabendo que um dia a trocaremos por uma COROA de glória que nos dará, Cristo, o Justo Juiz quando na ocasião de sua VINDA. Esta era a grande esperança do Apóstolo Paulo e deve ser a nossa também.

Deus vos abençoe!

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*Enomir Santos*

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Bíblia de Estudo para Pequenos Grupos

 


Bíblia de Estudo para Pequenos Grupos - Lc 20.25, 37, 38.



Bíblia de Estudo para Pequenos Grupos

Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.

Lucas 20:25

1.Na sua vida, o que pertence a César e o que pertence a Deus?
2.Você está dando a cada um o que é devido?

E que os mortos hão de ressuscitar também o mostrou Moisés junto da sarça, quando chama ao Senhor Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó.

Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele vivem todos.

Lucas 20:37,38

Que esperança a ressurreição lhe dá?
Que pergunta você gostaria de fazer a Jesus sobre a vida após a morte?





Manuscritos do Novo Testamento

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