As seis talhas de pedra seis talhas de pedra eram normalmente usadas para a cerimônia da purificação purificação das mãos como parte dos ritos judaicos antes das refeições (veja Mateus 15.1,2). Quando cheias, cada uma delas podia conter duas ou três duas ou três metretas (entre oitenta e cento e vinte litros).
2.7,8 2.7,8 O fato de encher até em cima encher até em cima mostrava que nada podia ser acrescentado à água. água. Depois que Jesus realizou o milagre, toda a água foi transformada em vinho, e nenhum vinho foi acrescentado à água. Isso retrata a abundância da bondosa obra de Cristo e também indica a sinceridade da obediência dos empregados. Eles mergulhavam o copo na talha e retiravam água que havia sido milagrosamente transformada em vinho. Jesus ordenou-lhes que levassem o vinho ao mestre de cerimônias (mestre-sala).
2.9)10 (mestre-sala).
2.9)10 Era costume oferecer primeiro o vinho bom primeiro o vinho bom (ou seja, o melhor), e depois o vinho menos nobre, porque o paladar das pessoas se tornava menos sensível à medida que bebiam mais e mais. A água transformada em vinho era de tal qualidade que o mestre-sala mestre-sala fez questão de mencionar esse fato ao noivo, noivo, que provavelmente também ficou surpreso. Nenhum deles sabia de onde tinha vindo esse vinho, mas Maria, os empregados e os discípulos estavam cientes do que havia acontecido.
Esse milagre ilustra o vazio dos rituais judeus em comparação com o que Jesus veio trazer (veja 4.13; 7.38,39). A água do rito da purificação havia se transformado no vinho da era messiânica. Será que já provamos desse vinho?
2.11 2.11 Os Evangelhos registram trinta e cinco sinais sinais milagrosos realizados por Jesus. No Evangelho de João cada milagre era um sinal que tinha o propósito de indicar às pessoas a verdade de que Jesus era o divino Filho de Deus descido do céu. Esses sinais eram ações notáveis que revelavam a presença e o poder de Deus. De acordo com o Evangelho de João, esse foi o primeiro sinal de Jesus, e foi realizado em Caná da Galiléia Caná da Galiléia (sua própria região), sendo que o segundo também foi realizado no mesmo local (veja 4.46-54).
Muitos podem ter imaginado porque Jesus iria “desperdiçar” seus poderes ao realizar esse milagre de providenciar vinho para uma festa de casamento. Mas todos os milagres de Jesus tinham um propósito - além de aliviar o sofrimento, eles eram uma exibição da sua glória. Os milagres registrados no Evangelho de João (e na verdade todos os milagres registrados pelos outros autores do Evangelho) demonstravam o grande amor de Deus pelo povo e sua preocupação pelas necessidades individuais. Mas, em um nível mais profundo, a especial e única natureza divina de Jesus era retratada de forma a reivindicar nossa lealdade e reverência. O sinal de transformar água em vinho era uma revelação parcial da plena identidade de Jesus.
Seu poder sobre a natureza, a morte, o pecado e o mal revelavam que Ele era o Messias prometido.
Até esse ponto, os discípulos discípulos (aqueles que haviam sido chamados até aquele momento) estavam seguindo Jesus de acordo com suas próprias razões. Outros poderiam estar se perguntando quem era Jesus, e o estavam seguindo apenas para descobrir a verdade. Joáo diz que quando os discípulos viram o milagre, eles creram nele. nele. Esse milagre demonstrava o poder de Jesus sobre a natureza e revelava a forma como pretendia executar seu ministério, ajudando os outros, falando com autoridade e permanecendo em contato com as pessoas. Deus pode nos confrontar de inúmeras maneiras, em se tratando da necessidade que temos de crer no seu Filho. Seremos considerados responsáveis pela nossa decisão em relação a Ele, quer creiamos ou não.
2.12 Cafarnaum havia se tornado a base de Jesus durante seu ministério na Galiléia.
Localizada na principal rota comercial, ela era uma importante cidade daquela regiáo, sede de uma guarnição romana e de um posto alfandegário. Em Cafarnaum Mateus foi chamado para ser discípulo de Jesus (Mt 9.9).
Essa cidade também era o lar de vários outros discípulos (Mt 4.13-19) e de um importante oficial do governo (4.46) e tinha pelo menos uma sinagoga principal. Embora Jesus tivesse transformado essa cidade na sua base de operações na Galiléia, Ele a condenou pela descrença do seu povo (Mt 11.23; Lc 10.15).
Comentário Aplicação Pessoal
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