Seja bem-vinda e bem-vindo! Estudos Bíblicos com o Pr. Márcio Ruben "O conhecimento sem fronteiras."
quarta-feira, 17 de junho de 2020
sexta-feira, 12 de junho de 2020
O Valor da Informação – Dicas Importantes
O Valor da Informação – Dicas Importantes
A informação é um patrimônio muito valioso de uma empresa ou indivíduo. Ela procede da coleta de dados diários. Esses dados são processados e estruturados levando a tomada de decisões. Tornam-se informação. Essas informações produzem decisões, que associadas às interpretações e as experiências humanas produzem o conhecimento. A utilização do conhecimento pode ampliá-lo, aperfeiçoá-lo e melhorar suas estratégias. Todavia, pode haver perdas, danos, informações imprecisas ou acesso indevido. Por isso é de muita importância a defesa das informações.
Na proteção da informação existem cinco pilares:
1. Integridade: a informação deve ser confiável.
2. Disponibilidade: a informação precisa estar disponível às pessoas autorizadas. Um provedor que “cai” e as pessoas não têm acesso à informação é uma falha de segurança.
3. Não repúdio: emissor e receptor não podem negar comunicação entre eles. Como funciona, por exemplo, a assinatura eletrônica. O não repúdio pode ser usado nos tribunais.
4. Autenticidade: a informação é realmente da fonte anunciada. Cuidado com e-mails falsos, boletos falsos e sites falsos.
5. Confidencialidade: o acesso à informação deve ser para quem é permitido. Será que quem acessar aquela informação pode acessá-la? Se houver acesso indevido quais problemas vão acarretar?
Qual o ciclo de vida de uma informação? Nem sempre uma vulnerabilidade pode se tornar um alvo de ataques. Mas é possível. Por isso, toda vulnerabilidade, seja no lugar que a informação é armazenada (hardware, instalação predial, roubos) ou em sua operação (software, mau uso do sistema, bugs, códigos viciados, senhas fracas), deve ser identificada, analisada e constantemente monitorada. Todo monitoramento deve levar em conta o manuseio, o armazenamento, o transporte e o descarte da informação.
Toda ameaça pode se concretizar através de uma vulnerabilidade e causar impactos a uma organização ou a indivíduos. Esses impactos podem ir de leves a graves, muitas vezes ligados à confiabilidade da informação. Saiba que uma informação pode ser:
1. Irrestrita – qualquer um pode acessar.
2. Restrita – pessoas autorizadas podem acessar. Se “vazar” não causa impactos graves.
3. Confidencial – algumas pessoas podem acessar. Se “vazar” causa impactos médios a graves.
4. Secreta – Poucas pessoas têm acesso. Se “vazar” causa impactos graves. Cuide de suas informações. Pode ser uma senha bancária, um aplicativo de banco, arquivos confidenciais, imagens particulares, banco de dados de uma organização, documentos de identificação pessoal.
Cuidado, pois uma vulnerabilidade são as redes sociais, fornecem muitas vezes dados postados pelos usuários que podem se tornar fonte para ameaças. Acredita que até lixo, papéis jogados fora, se tornaram material para ameaças e ataques? Há muita informação pessoal ou corporativa que indivíduos maliciosos podem explorar. Cuide-se, não se exponha!
Márcio Ruben – Gestão da Segurança da Informação
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sexta-feira, 15 de maio de 2020
Curta a Nossa Página e Baixe - Doutrinas Bíblicas - William Carey Taylor
Curta a Nossa Página e Baixe - Doutrinas Bíblicas
William Carey Taylor
Livro raríssimo escrito pelo erudito e saudoso Prof. Dr. William Carey Taylor, grande exegeta do Novo Testamento.
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E baixe este raríssimo e precioso livro!
Exemplo:
"O REINO E’ SINÔNIMO COM A IGREJA?
Nunca, de forma alguma. Os termos não são sinônimos, pois reino é termo monárquico e igreja (assembléia congregacional) é termo democrático. Há um reino e muitas igrejas, Apoc. 2 e 3; 22:16." William C. Taylor - cap. O Reino de Deus - livro Doutrinas Bíblicas
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segunda-feira, 11 de maio de 2020
A PERSEVERANÇA DOS SANTOS
A Parábola do Semeador
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sexta-feira, 8 de maio de 2020
SIMBOLOGIA BÍBLICA I
SIMBOLOGIA BÍBLICA I
Madeira de Acácia (ou cetim):• Era encontrada no deserto do Sinai e ao redor do Mar Vermelho. Era uma
madeira dura e não destruída por insetos. Ela simboliza a humanidade de
Cristo, sem aparência, nem formosura, mas não corrompida pelo pecado (SI
16.10). Cristo é chamado em Is 4.2 de "fruto da terra".
Bronze:
• Foi o metal escolhido para esta finalidade por ser altamente resistente a alta
temperatura. Bronze é uma liga de cobre e zinco. Ele representa juízo,
sofrimento ou julgamento (Dt 28.23; Dn 10.6; Ap 2.18; SI 89.14).
Prata
• É um símbolo da redenção (Zc 11.12; Mt 26.15,16). Ela representa o preço
pago por Cristo como resgate dos pecadores. Quando era feita a contagem
dos filhos de Israel, cada israelita pagava um resgate: meio siclo de prata.
Este preço era igual para todos, pobres e ricos (Ex 30.11-16).
Ouro
• Como metal precioso e nobre, o ouro representa a divindade. Ouro fala do
céu, da glória de Deus (Ap 3.18; Jo 22.25; Dn 10.5).
Linho
• O linho fino era fabricado no Egito. Era usado pela realeza e por pessoas de
destaque. Ele fala de pureza e santidade (Ap 19.6-8,14 , Is 64.6; 59.21).
Aponta para a retidão de Cristo, o cordeiro imaculado (I Jo 3.3-5).
Sangue
O sangue é símbolo de vida ou alma. É um elemento de renovação da vida e de
expiação.
Sangue como culpa:
• Falando de crucificar a Cristo, disseram os judeus: "Caia sobre nós o seu
sangue, e sobre nossos filhos!" (Mt 27.25).
Sangue como expiação:
• “Temos a redenção, pelo seu sangue" (Ef 1.7);
• "Sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira" (Rm 5.9).
Sangue da aliança:
• "Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna"
"minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é verdadeira bebida". Ver
Mt 26.27-29; Jo 6.48-63.
Sangue e azeite
• “Então tomarás do sangue que estará sobre o altar, e do óleo da unção...” Êx
29.21 - Sangue expiador, que leva o homem a Deus; e azeite que é o símbolo
do Espírito Santo, e que traz o poder de Deus ao homem.
Carne
Submissão:
• "E vos darei coração de carne" (Ez 36.26);
Concupiscência:
• "Andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne" (Ef 2.3);
Humanidade
• "Aquele que foi manifestado na carne" (1 Tim. 3.16);
Legalismo
• "Tendo começado no Espírito, estejais agora vos aperfeiçoando na carne?"
(Gl 3.3).
Vestidos
Demonstram qualidades morais e espirituais.
Vestes inadequadas:
• Homem reprovado e lançado fora que entrou para o banquete real sem a
veste nupcial (Mt 22.11-13).
Vestes brancas:
• Pureza e santidade (Is 52.1; Ap 3.4; Zc 3.3);
• Sinal de favor e amizade (lSm 17.38).
Vestes de salvação:
• “Regozijar-me-ei muito no Senhor, e a minha alma se alegra no meu Deus
porque me vestiu de vestidos de salvação, me cobriu com o manto de
justiça” (Is 60.10).
Livro
• Inauguração do reino (2 Reis, 11.2);
• Memória em que estão os redimidos (Apoc. 3:5);
• Ser riscado, perda de cidadania ((Sl 69.28; Ap 13.8).
• Aberto, princípio de um juízo. (Apoc. 20:12.)
Árvore
Árvore da vida
• Símbolo de felicidade (Pv 3.18; 11.30; 13.12; 15.4);
• Símbolo de realidade espiritual (Ap 22.1-5);
• Altas, governantes. (Ezeq. 31.5-9);
• Baixas, povo comum. (Apoc. 7.1; 8:7.)
Fogo
• Jeová (Êx 19.18, 24.17; Sl 18.8).
• Palavra de Deus (Jr 23.29; Hb 3.5);
• Destruição (Is 42.25; Zc 13.9);
• Purificação (Ml 3.2);
• Perseguição (1 Pedro 1.7);
• Castigo e sofrimento (Mar. 9.44.).
Considerações sobre os elementos reais
O linho fino simboliza a justiça real; o ouro, a glória de Deus; a prata resgate; o
cobre resistência ao fogo que, por sua vez, é símbolo do Juízo divino; o óleo ou azeite, o
Espírito Santo; o incenso orações; o sal, influência preservadora; o fermento, a
tendência corruptora do pecado, e há centenas de outros símbolos.
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quinta-feira, 7 de maio de 2020
FIGURAS DE LINGUAGEM NO TEXTO BÍBLICO
FIGURAS DE LINGUAGEM NO TEXTO BÍBLICO
Metáfora: é a figura em que se afirma que alguma coisa é o que ela representa ou simboliza, ou com o que se compara. (Zc.3.8).
Símile: também afirma que alguma coisa é o que ela representa ou simboliza, sendo que apresenta um elemento comparador. (Is.53.2).
Metonímia: o emprego do nome de uma coisa pelo de outra com que tem certa relação (Gn.25.26; Lc.16.29; Gn.41.13; Jó.32.7)
Sinédoque: a substituição de uma ideia por outra que lhe é associada (Mt.3.5; 6.11; Gn.3.19; 19.20).
Hipérbole: É a afirmação em que as palavras vão além da realidade literal das coisas (Dt.1.28).
Ironia: É a expressão dum pensamento em palavras que, literalmente entendidas, exprimem sentido oposto (Gn.3.22;Jz.10.14; Jó.12.2; Mt.27.40).
Prosopopeia: É a personificação de coisas ou de seres irracionais (Sl.35.10; Jó.12.7; Gn.4.4).
Antropopatia e Antropomorfismo: São as linguagens que atribuem a Deus ações e faculdades humana ou até órgãos e membros do corpo humano (Gn.8.12; Sl.74.11).
Enigma: É a enunciação duma ideia em linguagem difícil de entender. (Jz.14.14)
Parábolas: É uma forma de história colhida da natureza ou de ocorrências diárias normais, que lança luz sobre uma lição moral ou religiosa.
terça-feira, 5 de maio de 2020
NOTAS DO LIVRO AS EXIGÊNCIAS DO REINO
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domingo, 3 de maio de 2020
A PREGAÇÃO À LUZ DA TEOLOGIA
A PREGAÇÃO À LUZ DA TEOLOGIA
DIDAQUÊ - INSTRUÇÃO
Didaqué (50-70)
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Leia mais: https://historiadaigreja-com.webnode.com/d/didaque-50-70-/
Introduction to the New Testament - Louis Berkhof
Louis Berkhof
| Louis Berkhof | |
|---|---|
| Nascimento | 14 de outubro de 1873 Drente, Países Baixos |
| Morte | 18 de maio de 1957 |
| Ocupação | Teólogo |
| Religião | Cristão, Calvinista |
Vida de Jesus - Ernest Renan
Ernest Renan (1823-1895)
A vida e a obra de Renan podem ser estudadas longe da polêmica e da paixão que suscitaram em seu tempo. O “escândalo Renan” e seu impacto na Igreja da França, e com efeito em toda a Igreja, pode ser explicado desde uma perspectiva da própria pessoa e da época que lhe tocou viver: o séc. XIX. Protagonizou uma das grandes preocupações de seu tempo: o antagonismo entre ciência e religião. Seu pensamento filosófico foi uma curiosa amálgama de positivismo e religiosidade, que terminou em ceticismo.
Depois de sua ruptura com a Igreja em 1845, a obra filológica, histórica e crítica de Renan inspirou-se constantemente num positivismo exaltado. “A ciência e somente a ciência pode dar à humanidade aquilo sem o qual não pode viver, um símbolo e uma lei”, escrevia em sua primeira obra O porvir da ciência (1848). Via o fim último da ciência na “organização científica da humanidade”. A religião do futuro será “o humanismo, o culto de tudo o que pertence ao homem, a vida inteira santificada e elevada a um valor moral”.
De acordo com o positivismo de Comte, o conhecimento positivo da realidade deve ter uma base experimental. Daí que o homem culto não possa acreditar em Deus. “Um ser que não se re-vela a si mesmo através de nenhuma ação é, para a ciência, um ser inexistente.” Na opinião de Renan, o Deus pessoal e transcendente da fé judaico-cristã ficara privado de toda base racional pelo desenvolvimento da ciência. Ficava somente o saber positivo acerca do mundo, obtido por meio das ciências naturais e de investigações históricas e filológicas. A ciência, em seu sentido amplo, substituíra a teologia e a metafísica como ciências de informação sobre a realidade existente. Dada a inverificabilidade do absoluto, Renan deriva para o ceticismo no campo religioso: “Não podemos conhecer o infinito, nem sequer se há ou não infinito, nem tampouco podemos estabelecer se há ou não valores objetivos absolutos”.
“A verdade é que podemos atuar como se houvesse valores objetivos e como se existisse um Deus.” “A atitude mais lógica do pensador ante a religião — diz — é proceder como se fosse verdadeira. Deve comportar-se como se Deus e a alma existissem. A religião entra assim na esfera de outras muitas hipóteses, como o éter, os fluidos elétrico, luminoso, calórico, nervoso e mesmo o átomo, dos quais sabemos perfeitamente que somente são símbolos, meios cômodos para explicar fenômenos; mas que, não obstante, mantemos”.
Essas idéias Renan levou-as ao campo do seu trabalho: o estudo da história, “verdadeira ciência da humanidade”. Assim seus primeiros estudos sobre Averróis e o averroísmo (1852) tendem a demonstrar que a ortodoxia religiosa impede, entre os maometanos, a evolução do pensamento científico e filosófico. Sua História das origens do cristianismo, composta de seis volumes, escritos entre 1863-1881, baseia-se inteiramente no pressuposto de que as doutrinas do cristianismo não podem ser valorizadas do ponto de vista do milagre ou do sobrenatural, mas como a manifestação de um ideal moral em perfeito acordo com a paisagem e com as condições materiais em que nasceu. O primeiro volume desta história é sua famosa Vida de Jesus (1963), na qual colocou um importante prólogo em 1866, quando alcançou a 13ª edição. Fiel a seus princípios de rejeitar toda idéia que suponha “mistério”, “milagre” ou “intervenção sobrenatural” nos processos religiosos, Renan apresenta em Jesus o “homem incomparável”, negando-lhe, porém, a condição de Filho de Deus. “Quaisquer que sejam os fenômenos que se produzam no porvir, ninguém sobrepujará a Jesus. Seu culto se rejuvenescerá incessantemente; sua lenda provocará lágrimas sem conta; seu martírio despertará a ternura nos melhores corações e todos os séculos proclamarão que entre os filhos dos homens não há nenhum nascido que se lhe possa comparar” (palavras finais da Vida de Jesus). “Aquela amálgama confusa de pressentimentos, aquela alternativa de decepções e de esperanças, rejeitadas incessantemente pela odiosa realidade, tiveram seu intérprete no homem incomparável a quem a consciência universal concedeu com justiça o título de Filho de Deus, posto que ele fez dar à religião um passo ao qual não pode e não poderá provavelmente comparar-se a nenhum outro” (Vida de Jesus, c. l).
A obra, como se sabe, foi violentamente atacada pela Igreja de seu tempo. Jesus ficava reduzido a um amável messias, pregador de uma mensagem de suprema moralidade, mas despojado de seu mistério profundo de salvador e verdadeiro Filho de Deus. O cristianismo era apresentado como uma evolução natural dos desejos e ânsias de Israel de perfeição e justiça. Nada mais.
Na mesma linha colocamos sua História do povo de Israel, obra em cinco volumes, sendo que os dois últimos apareceram depois de sua morte (1887-1893). Nela demonstra como se formara entre os profetas uma religião sem dogmas nem cultos. Por isso, “embora o judaísmo desaparecesse, os sonhos de seus profetas se tornariam verdadeiros, de forma que, sem um céu compensatório, a justiça existirá sempre na terra graças a eles”.
Temos de dizer, no entanto, que não foi o positivismo nem o ceticismo que mereceram as críticas e os aplausos a Renan. Foi seu estilo: “Essa capacidade de passar de um juízo a outro... essa atitude característica de aparentar saber tudo, e não ficar com nada, que o leva a rir e a duvidar de tudo, e a manter o ceticismo como a posição filosófica mais segura”. Teve o segredo de saber levar às massas e aos homens cultos de seu tempo tanto a desmistificação sobrenatural de Cristo e do cristianismo quanto a beleza suprema de sua pessoa e de sua doutrina na história da humanidade. Renan foi uma bandeira que arrastou amigos e inimigos, pois os interesses que representava eram definitivos para ambos.
BIBLIOGRAFIA: Oeuvres complètes de E. Renan, 10 vols. Edição de Henrriette Psichari, 1947; J. Pommier, La pensée religieuse de Renan, 1925; H. W. Wardman, E. Renan: A critical biography, 1964.
sábado, 2 de maio de 2020
Imitação de Cristo - Tomás de Kempis
Tomás de Kempis (1379-1471)
Leia mais: https://historiadaigreja-com.webnode.com/p/tomas-de-kempis-1379-1471-/
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