domingo, 3 de maio de 2020

A PREGAÇÃO À LUZ DA TEOLOGIA


A PREGAÇÃO À LUZ DA TEOLOGIA

ALGUÉM VAI ME DIZER: POSSO PREGAR SEM TEOLOGIA. EU DIGO: SIM. TODAVIA A HISTÓRIA DA IGREJA E A PRÁTICA CRISTÃ JÁ DEMONSTRARAM QUE A FALTA DE UMA TEOLOGIA CLARA, DE UMA DOUTRINA TEOLÓGICA, LEVA NO MÍNIMO A UMA HERESIA. TAMBÉM A CONTRADIÇÕES PRÁTICAS: NÃO SABE O QUE PREGA, PREGA O QUE NÃO SABE. NÃO TEM PADRÕES, IGNORA AS VERDADES FUNDAMENTAIS DA BÍBLIA. QUE PENA QUE A FALTA DE PADRÕES TEOLÓGICOS TEM EMPOBRECIDO A PREGAÇÃO DO SÉCULO XXI. FALA-SE DE TUDO MENOS DE CRISTO, FALA-SE DE TUDO, MENOS DAS VERDADES FUNDAMENTAIS DA BÍBLIA, DA FÉ CRISTÃ.


ARTE GREGA

ARTE GREGA


ARTE GRECO-ROMANA


ARTE GRECO-ROMANA

HOLOCAUSTO - C.H. MACKINTOSH


HOLOCAUSTO - C.H. MACKINTOSH




DOWNLOAD




DIDAQUÊ - INSTRUÇÃO

Didaqué (50-70)

Primeiro dos escritos integrados nos denomi­nados “padres apostólicos”. No original grego, seu título completo é “A instrução do Senhor aos gen­tios através dos doze apóstolos”. Breve resumo da doutrina de Cristo tal como a ensinaram os apóstolos às nações.
Publicado em 1883 pelo metropolita grego de Nicomédia, Filoteo Bryennios, de um códice gre­go em pergaminho, a Didaqué é o documento mais importante da era pós-apostólica e a mais antiga fonte de legislação que possuímos. De autor des­conhecido e objeto de inumeráveis estudos, sua composição pode ser datada entre os anos 50-70 da era cristã. Outros a reportam aos pirmeiros anos do séc. II. Essa obra vem a ser “o código eclesial mais antigo, protótipo venerável de todas as co­leções posteriores de Constituições ou cânones apostólicos com que começou o direito canônico no Oriente e no Ocidente” (Quasten).
O livrete está dividido em 16 capítulos, nos quais se distinguem claramente duas partes principais. A primeira (c. 1-10) apresenta instru­ções litúrgicas; a segunda (c. 11-15) compreende normas disciplinares. A obra termina com o capí­tulo sobre o advento do Senhor e sobre as conse­qüências que este tem sobre a vida dos cristãos. Se julgamos somente pelo título, poder-se-ia acre­ditar que a Didaqué contém a pregação evangé­lica de Cristo. Melhor: é um compêndio de pre­ceitos morais de instruções sobre a organização das comunidades e de ordenanças relacionadas às funções litúrgicas, sobretudo a Eucaristia, o Batismo, os profetas, os bispos etc. São muito interessantes os princípios de caridade e de as­sistência social expressos na Didaqué: esmola, obrigação de ganhar a vida com o próprio tra­balho.
Didaqué gozou de tanto respeito e reverên­cia na Antigüidade que muitos chegaram a considerá-la tão importante quanto os livros do Novo Testamento.
BIBLIOGRAFIA: Padres apostólicos. Edição bilíngüe completa, Texto da Didaqué S. Paulo (Paulus); BAC. Madrid 51985, 30-98. 

DOWNLOAD




Leia mais: https://historiadaigreja-com.webnode.com/d/didaque-50-70-/

Introduction to the New Testament - Louis Berkhof



Louis Berkhof

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegaçãoSaltar para a pesquisa
Louis Berkhof
Louis Berkhof
Nascimento14 de outubro de 1873
DrentePaíses Baixos
Morte18 de maio de 1957
OcupaçãoTeólogo
ReligiãoCristãoCalvinista
Louis Berkhof (14 de outubro de 1873 - 18 de maio de 1957) é um teólogo sistemático reformado cujas obras têm sido muito influentes na teologia calvinista da América do Norte e da América Latina. Sua Teologia Sistemática tem sido, durante décadas, o livro-texto utilizado em muitas faculdades protestantes de teologia no Brasil. Ele nasceu nos Países Baixos e mudou-se, ainda pequeno, para os Estados Unidos.
Teólogo reformado que nasceu na província holandesa de Drenthe. Os pais de Louis Berkhof pertenceram ao partido separatista pietista-ortodoxo (1834) da Igreja Reformada. (A teologia de Berkhof baseia-se mais em Herman Bavinck, do que compartilha deste grupo regional e religioso). A família emigrou para os Estados Unidos da América em 1882, estabelecendo-se em Grand RapidsMichigan, onde Louis dedicou o restou de sua vida. Em 1900, ele graduou na Escola de Teologia da Igreja Cristã Reformada, em Grand Rapids, e entre os dois pastorados nesta denominação, fez em dois anos (1902-1904) um trabalho de pós-graduação em teologia no Seminário Teológico de Princeton. Em 1906, foi indicado para o Seminário Grand Rapids (posteriormente Seminário Teológico Calvin), onde serviu o restante de sua carreira como professor de teologia bíblica (1906-1914), de Novo Testamento (1914-1926) e teologia sistemática (1926-1944). De 1931 a 1944 ele serviu como presidente daquela instituição.[1]
Em seus anos iniciais no Seminário Calvin, Berkhof seguiu a linha do primeiro ministro holandês e teólogo reformado Abraham Kuyper, em sua veemente crítica do “individualismo revolucionário” e na afirmação da necessidade de se cumprir o mandato cultural. Berkhof publicou vários livros aplicando princípios calvinistas às questões sociais como o industrialismo e o impacto da redenção na sociedade e na cultura, ele também argumentou que isso precisava ser feito em separado, nas organizações distintamente cristãs.
Por volta de 1920, Berkhof ajudou a purificar a Igreja Cristã Reformada [CRC – Christian Reformed Church] da influência recebida do Dispensacionalismo fundamentalista e da alta crítica modernista. Este último combateu-o como sendo um erro mais grave. Conseqüentemente a segunda metade de sua carreira, ele devotou para articular um consenso na teologia reformada, e foi marcado por uma consistente agenda anti-modernista. Berkhof produziu a sua monumental obra no início dos anos 1930: Reformed Dogmatics[2] (1932; e posteriores edições com o nome de Systematic Theology[3]), e a sua versão popular simplificada com o nome de Manual of Reformed Doctrine[4] (1933). Estas obras refletem a influência do seu mentor de Princeton, Gerhardus Vos, e de Bavink e de sua Gereformeerde Dogmatiek[5] (1906-1911), Berkhof seguiu-a em formato, substância e muitos outros detalhes. Em todas as suas obras apresenta a sua extensa tradição teocêntrica. Toda a iniciativa, virtude e certeza residem em Deus; tudo o que é oposto, procede da humanidade. De acordo com isto, a tarefa da vida é obedecer à autoridade divina, que é apresentada ao ser humano, de modo apropriado na Escritura. Para a teologia, em particular, Berkhof insistiu que a Escritura é a única fonte e norma. A razão humana, a experiência ou a tradição da igreja não poderiam suplementá-la, nem afetar a sua leitura. Berkhof erigiu sobre este baluarte a sua teologia sistemática, inclinando-se para uma linha moderada sobre temas da controvérsia calvinista e, reprovando as propostas modernistas.
Berkhof rejeitou um rigoroso racionalismo sobre a Bíblia e a ortodoxia, mas apresentou uma estrutura racionalista da própria mente. Somente a fé poderia apropriar-se da verdade salvadora da revelação, mas a razão tem o trabalho de arranjar estas verdades numa unidade sistemática que é vital. Idéias ditam ação, e a verdadeira experiência cristã segue formulações doutrinárias. Assim, após 1920, Berkhof em grande parte desistiu de seu talento anterior de comentários sócio-culturais e, concentrou-se de vez na criação de uma fortaleza teológica voltada para o grupo que enfrentou em tempos conturbados. O alcance e rigor de sua obra, bem como o seu apelo vão além de sua audiência original (particularmente entre os evangélicos de uma persuasão geralmente reformada), apresenta a força de sua tradição e o talento com o qual ele a defendeu.
NOTAS: [1] Isto significa que Louis Berkhof faleceu aos 83 anos. Pastoreou 2 igrejas locais, e posteriormente exerceu a docência durante 38 anos, chegando a escrever 22 livros. Nota do tradutor. [2] Publicada originalmente em 2 volumes: o primeiro tomo era um manual de história da doutrina, e o segundo um manual de doutrina, que, posteriormente foi ampliado e publicado como volume autônomo com o nome de Teologia Sistemática. O volume de história da doutrina foi publicado, em 1992, pela Editora PES com o nome de A História das Doutrinas Cristãs, seguindo o modelo de edições inglesas anteriores. Nota do tradutor. [3] Publicada inicialmente pela LPC em 1990, e atualmente pela Editora Cultura Cristã com o título de Teologia Sistemática. [4] O CEIBEL publicou este livro com o nome de Manual de Doutrina Cristã, apelidado de “Berkhofinho”. [5] Dogmática Reformada. Nota do tradutor.
Extraído de D.G. Hart & Mark A. Noll, eds., Dictionary of the Presbyterian & Reformed – Tradition in America (Phillipsburg, P&R Publishing, 2005), págs. 32-33
  1.  Escrito por J.D. Bratt
  2.  Extraído de D.G. Hart & Mark A. Noll, eds., Dictionary of the Presbyterian & Reformed – Tradition in America (Phillipsburg, P&R Publishing, 2005), págs. 32-33 Tradução livre: Rev. Ewerton B. Tokashiki




Vida de Jesus - Ernest Renan

Ernest Renan (1823-1895)




A vida e a obra de Renan podem ser estuda­das longe da polêmica e da paixão que suscita­ram em seu tempo. O “escândalo Renan” e seu impacto na Igreja da França, e com efeito em toda a Igreja, pode ser explicado desde uma perspecti­va da própria pessoa e da época que lhe tocou viver: o séc. XIX. Protagonizou uma das grandes preocupações de seu tempo: o antagonismo entre ciência e religião. Seu pensamento filosófico foi uma curiosa amálgama de positivismo e religio­sidade, que terminou em ceticismo.

Depois de sua ruptura com a Igreja em 1845, a obra filológica, histórica e crítica de Renan ins­pirou-se constantemente num positivismo exal­tado. “A ciência e somente a ciência pode dar à humanidade aquilo sem o qual não pode viver, um símbolo e uma lei”, escrevia em sua primeira obra O porvir da ciência (1848). Via o fim últi­mo da ciência na “organização científica da hu­manidade”. A religião do futuro será “o humanismo, o culto de tudo o que pertence ao homem, a vida inteira santificada e elevada a um valor moral”.

De acordo com o positivismo de Comte, o conhecimento positivo da realidade deve ter uma base experimental. Daí que o homem culto não possa acreditar em Deus. “Um ser que não se re-vela a si mesmo através de nenhuma ação é, para a ciência, um ser inexistente.” Na opinião de Renan, o Deus pessoal e transcendente da fé ju­daico-cristã ficara privado de toda base racional pelo desenvolvimento da ciência. Ficava somen­te o saber positivo acerca do mundo, obtido por meio das ciências naturais e de investigações his­tóricas e filológicas. A ciência, em seu sentido amplo, substituíra a teologia e a metafísica como ciências de informação sobre a realidade existen­te. Dada a inverificabilidade do absoluto, Renan deriva para o ceticismo no campo religioso: “Não podemos conhecer o infinito, nem sequer se há ou não infinito, nem tampouco podemos estabe­lecer se há ou não valores objetivos absolutos”.

“A verdade é que podemos atuar como se hou­vesse valores objetivos e como se existisse um Deus.” “A atitude mais lógica do pensador ante a religião — diz — é proceder como se fosse ver­dadeira. Deve comportar-se como se Deus e a alma existissem. A religião entra assim na esfera de outras muitas hipóteses, como o éter, os flui­dos elétrico, luminoso, calórico, nervoso e mes­mo o átomo, dos quais sabemos perfeitamente que somente são símbolos, meios cômodos para ex­plicar fenômenos; mas que, não obstante, mante­mos”.

Essas idéias Renan levou-as ao campo do seu trabalho: o estudo da história, “verdadeira ciên­cia da humanidade”. Assim seus primeiros estu­dos sobre Averróis e o averroísmo (1852) tendem a demonstrar que a ortodoxia religiosa impede, entre os maometanos, a evolução do pensamento científico e filosófico. Sua História das origens do cristianismo, composta de seis volumes, es­critos entre 1863-1881, baseia-se inteiramente no pressuposto de que as doutrinas do cristianismo não podem ser valorizadas do ponto de vista do milagre ou do sobrenatural, mas como a manifes­tação de um ideal moral em perfeito acordo com a paisagem e com as condições materiais em que nasceu. O primeiro volume desta história é sua famosa Vida de Jesus (1963), na qual colocou um importante prólogo em 1866, quando alcançou a 13ª edição. Fiel a seus princípios de rejeitar toda idéia que suponha “mistério”, “milagre” ou “in­tervenção sobrenatural” nos processos religiosos, Renan apresenta em Jesus o “homem incompará­vel”, negando-lhe, porém, a condição de Filho de Deus. “Quaisquer que sejam os fenômenos que se produzam no porvir, ninguém sobrepujará a Jesus. Seu culto se rejuvenescerá incessantemen­te; sua lenda provocará lágrimas sem conta; seu martírio despertará a ternura nos melhores cora­ções e todos os séculos proclamarão que entre os filhos dos homens não há nenhum nascido que se lhe possa comparar” (palavras finais da Vida de Jesus). “Aquela amálgama confusa de pressenti­mentos, aquela alternativa de decepções e de es­peranças, rejeitadas incessantemente pela odiosa realidade, tiveram seu intérprete no homem in­comparável a quem a consciência universal con­cedeu com justiça o título de Filho de Deus, pos­to que ele fez dar à religião um passo ao qual não pode e não poderá provavelmente comparar-se a nenhum outro” (Vida de Jesus, c. l).

A obra, como se sabe, foi violentamente ata­cada pela Igreja de seu tempo. Jesus ficava redu­zido a um amável messias, pregador de uma men­sagem de suprema moralidade, mas despojado de seu mistério profundo de salvador e verdadeiro Filho de Deus. O cristianismo era apresentado como uma evolução natural dos desejos e ânsias de Israel de perfeição e justiça. Nada mais.

Na mesma linha colocamos sua História do povo de Israel, obra em cinco volumes, sendo que os dois últimos apareceram depois de sua morte (1887-1893). Nela demonstra como se formara entre os profetas uma religião sem dogmas nem cultos. Por isso, “embora o judaísmo desapare­cesse, os sonhos de seus profetas se tornariam verdadeiros, de forma que, sem um céu compen­satório, a justiça existirá sempre na terra graças a eles”.

Temos de dizer, no entanto, que não foi o positivismo nem o ceticismo que mereceram as críticas e os aplausos a Renan. Foi seu estilo: “Essa capacidade de passar de um juízo a outro... essa atitude característica de aparentar saber tudo, e não ficar com nada, que o leva a rir e a duvidar de tudo, e a manter o ceticismo como a posição filo­sófica mais segura”. Teve o segredo de saber le­var às massas e aos homens cultos de seu tempo tanto a desmistificação sobrenatural de Cristo e do cristianismo quanto a beleza suprema de sua pessoa e de sua doutrina na história da humani­dade. Renan foi uma bandeira que arrastou ami­gos e inimigos, pois os interesses que representa­va eram definitivos para ambos.

BIBLIOGRAFIA: Oeuvres complètes de E. Renan, 10 vols. Edição de Henrriette Psichari, 1947; J. Pommier, La pensée religieuse de Renan, 1925; H. W. Wardman, E. Renan: A critical biography, 1964.


 Download



sábado, 2 de maio de 2020

Imitação de Cristo - Tomás de Kempis

 Download

Tomás de Kempis (1379-1471)

Nasceu em Kempen (perto de Colônia), daí o nome com que é conhecido: Tomás de Kempen ou Kempis. Em 1392 mudou-se para Deventer (Holanda), centro e casa matriz dos Irmãos da vida comum. Nessa escola, dedicada à educação e ao cuidado com os pobres, estudou suas primeiras letras. Aí mesmo estudou teologia sob a direção de Florenz Radwyns, que em 1387 fundara a con­gregação de Windesheim, de cônegos regulares agostinianos que viviam em comunidade sob a regra de Santo *Agostinho. Em 1408 fez seus votos religiosos no mosteiro de Agnietemberg. Em 1413 foi ordenado sacerdote. Durante mais de 70 anos permaneceu nesse mosteiro, dedicado à ora­ção, à cópia de manuscritos e à direção de novi­ços.
Tomás de Kempis é o melhor representante da chamada “devotio moderna”, movimento reli­gioso iniciado por Gerard Groote, e fundador dos Irmãos da vida comum. Esse movimento, que se estende por toda a Europa ao longo dos séculos XV-XVI, põe sua ênfase: a) na meditação e na vida interior; b) dá pouca ou menos importância às obras rituais e externas; c) não atende o aspec­to especulativo da epiritualidade escolástica dos séculos XIII-XIV, para incidir no aspecto prático da vida cristã. Um movimento que influirá de for­ma decisiva em leigos e religiosos, principalmente na época imediatamente anterior e posterior à Reforma. Insiste sobretudo na conversão interi­or, na meditação da vida e paixão de Cristo e na freqüência aos sacramentos.
Fruto dessa espiritualidade, em que foi educa­do T. de Kempis, é sua obra mais conhecida, De imitatione Christi. Embora tenha-se discutido quem seja o autor do livro, este continua sendo atribuído a T. de Kempis, sem dúvida o livrete mais difundido da literatura cristã depois da Bí­blia. Seu êxito inicial deve-se, sem dúvida, às mesmas características da devotio moderna, que então se inciava. De linguagem e estilo simples, tem a originalidade de pôr diante do cristão, clé­rigo ou leigo, a vida e o exemplo de Cristo.
— A Imitação de Cristo é uma obra dividida em 4 livros. I. Conselhos úteis para a vida espiri­tual, que, dividido por sua vez em 25 capítulos, em que se desenvolvem temas como: a imitação de Cristo e o desprezo a todas as vaidades; o hu­milde sentir de si mesmo; a doutrina da verdade; os afetos desordenados etc. II. Exortação à vida interior (12 capítulos). III. Do consolo interno que leva o estar centrado em Cristo (59 capítulos.).
IV. Do sacramento da eucaristía (18 capítulos.). Talvez alguém estranhe ou se decepcione com esse livro. Somente no 1º capítulo do livro I fala­se expressamente da imitação de Cristo. Seus cha­mados constantes ao auto-exame e à humildade, à autonegação e controle ou renúncia própria obs­curecem um tanto a procura do modelo Cristo. Não obstante, é a via da renúncia a que leva a Cristo: “Tota vita Christi crux et martyrium fuit”.
Um livro imprescindível na história da espiritualidade cristã.
BIBLIOGRAFIA: Opera omnia. Colonia 1759. Existem inumeráveis traduções de A imitação de Cristo em portugu­ês. Sobre a vida e espiritualidade de T. de Kempis, em Historia de la Iglesia Católica, III. Edad Nueva (1303-1648) (BAC); A. Royo Marín, Los grandes maestros de la vida espiritual (BAC). 





Leia mais: https://historiadaigreja-com.webnode.com/p/tomas-de-kempis-1379-1471-/

Karl Adam (1876-1966) - Cristo Nuestro Hermano


Karl Adam (1876-1966)

 
Teólogo católico alemão de grande influência na renovação teológica e espiritual do catolicis­mo anterior ao Concílio *Vaticano II. O nome de Karl Adam acompanha o de uma série de teólo­gos que, como *Guardini, P. Lippert na Alema­nha, *Lubac, *Congar, Chenu na França, tratam de apresentar a profundidade e a atualidade do catolicismo. A obra de Karl Adam distingue-se por sua sábia popularidade, que apresenta, de forma acessível, o mais fundamental do cristia­nismo.
A atividade de Karl Adam esteve dirigida ba­sicamente para o ensino da teologia católica na universidade de Tubinga (1919-1949). Muito só­lida, sua obra escrita aparece principalmente em dois livros que fazem dele um clássico impres­cindível: A essência do catolicismo (1924), que ganhou repercussão internacional; e Cristo, nos-so irmão (1926). Posteriormente ampliou e com­pletou o tema com um novo estudo sobre Jesus Cristo (1933) e O Cristo da fé (1954). Tratou tam­bém o tema do ecumenismo: Una Sancta, em sen­tido católico. 

 Download









Leia mais: https://historiadaigreja-com.webnode.com/adam-karl-1876-1966-/

Rudolf Bultmann 1884-1976





BULTMANN, RUDOLF (1884-1976)

Teólogo e escritor alemão. Estudou teologia nas Universidades de Tubinga, Berlim e Marburgo. Professor nesta última universidade desde 1921 até a sua aposentadoria em 1951. Muito discutido, tanto nos círculos protestantes quanto nos católicos, por sua interpretação dos Evangelhos, da pessoa histórica de Jesus e de sua mensagem, aplicou as normas da crítica histórica do século XX, assim como o “método das for-mas”, ao texto bíblico. Esteve em contato com as correntes filosóficas modernas, valendo-se, prin­cipalmente, da análise existencial de M. Heidegger. De imensa erudição e capacidade, é uma figura importante e discutida do pensamen­to cristão atual.
Seu pensamento está contido principalmente em A história da tradição sinótica (1922), na qual analisa os evangelhos à luz das diferentes formas. E no Novo Testamento e mitologia (1941), obra várias vezes revisada e publicada em dois volu­mes sob o título de Querigma e mito (1961-1962). Em 1927 surgiram uma série de ensaios e escri­tos menores de Bultmann com o título de Exis­tência e fé, nos quais projeta sua visão cristã atra­vés do existencialismo.
Uma análise da doutrina de Bultmann leva-nos às seguintes conclusões: 1) Ceticismo quase absoluto sobre o valor histórico do Novo Testa­mento (NT). Para Bultmann, os evangelhos estão menos interessados na pessoa de Jesus e mais no período posterior à sua morte. Os evangelhos são simples construções convencionais posteriores. 2) O cristianismo atual enlaça com o primitivo so­mente pela aceitação do querigma, que aparece em Rm 1,3-4; 6,3-4; At 2,21-24; 1Cor 11,23-26. 3) Somente desta forma não podemos saber nada sobre a vida e a personalidade do “Jesus históri­co”. Assim como *Barth, Bultmann reage contra a figura perfeita do Jesus histórico reconstruído pela teologia liberal do séc. XIX. É pouco o que sabemos e podemos reconstruir sobre a figura histórica de Jesus. As afirmações do NT sobre ele não se referem à sua natureza, mas à sua signifi­cação. 4) O tema central do evangelho é a morte e ressurreição de Jesus. A ressurreição não é um acontecimento objetivo, mas uma experiência viva que nos introduz numa nova dimensão da existência e nos liberta de nós mesmos — do pe­cado — para abrir-nos aos outros. Doutrinas tão básicas do cristianismo como a encarnação, mor­te, ressurreição e segunda vinda de Cristo dissi­pam-se numa interpretação existencialista da vida. A interpretação mítica dissolve-se num existencialismo que não deixa quase nada intacto no credo dos apóstolos.
A conclusão final de Bultmann é que o mito ou forma de pensamento em que aparece envol­vido o Evangelho apresenta-nos uma versão ma­nipulada e desfigurada de Jesus, Filho de Deus, que morreu e ressuscitou. Esse mito transmite­nos um querigma, uma palavra divina dirigida ao homem, que este deve aceitar de maneira desmitificada, isto é, desprovida de sua proteção. O Cristo com que nos encontramos hoje é o Cris­to da evangelização, não o Jesus da história. É o querigma desmitificado de formas do passado — todavia existentes na fé e na pregação de Jesus
— que nos obriga e nos defronta a uma opção entre uma vida autêntica e outra inautêntica.
Da doutrina de Bultmann deduz-se que a fé cristã deve interessar-se pelo Jesus histórico para centrar-se no Cristo transcendente do querigma. “A fé cristã é a fé no querigma da Igreja, pela qual se pode dizer que Jesus Cristo ressuscitou, e não fé no Jesus histórico.”
Todas as Igrejas, após reconhecer a boa von­tade de Bultmann, rejeitam a postura radical do grande mestre. Sua doutrina permitiu reconstruir melhor o “Jesus histórico” e sua função dentro da teologia atual. Os mesmos discípulos de Bultmann evoluíram para uma nova hermenêutica e inter­pretação da forma lingüística da existência.
BIBLIOGRAFIA: R. Bultmann, Teología del NT. Salamanca 1981. 
RUDOLF BULTMANN - JESUS

Palabras Griegas Del Nuevo Testamento - William Barclay





William Barcley (teólogo)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegaçãoSaltar para a pesquisa
William Barclay (5 de dezembro de 1907Wick – 24 de janeiro de 1978Glasgow) foi um escritor, apresentador de rádio e televisão, pastor da Igreja da Escócia e professor de divindade e crítica bíblica na Universidade de Glasgow. Era um universalista, e não acreditava em milagres.
Como professor, ele decidiu dedicar sua vida a "tornar disponível o melhor curso bíblico para o leitor médio". O resultado foi a Daily Study Bible, um conjunto de 17 comentários ao Novo Testamento, publicado pela Saint Andrew Press, a editora da Igreja da Escócia. Apesar do nome da série, os comentários não formavam um programa de estudo regular. Em vez disso, percorriam versículo por versículo da tradução do próprio Barcley do Novo Testamento, listando e examinando cada interpretação possível conhecida a ele e fornecendo toda informação complementar que ele considerou possivelmente relevante, tudo em linguagem acessível. Os comentários foram totalmente atualizados recentemente com a ajuda do filho de Barclay, Ronnie Barclay, e são agora chamados de New Daily Study Bible.
Apesar desse tipo de abordagem não agradar a todos, uniformemente, os 17 volumes foram best-sellers instantâneos e ainda o são hoje. Uma série complementar que dá um tratamento similar ao Velho Testamento foi endossada mas não escrita por Barclay.
Barclay escreveu muitos outros livros populares, sempe se fiando na erudição acadêmica mas escritos em um estilo acessível. Na sua obra, The Mind of Jesus (1960) ele escreve que sua intenção era "tornar a figura de Jesus mais viva, para que nós possamos conhecê-lo melhor e amá-lo mais".

Clique na Imagem para Baixar


 Baixe aqui




AGAPE26 Y AGAPAN25
LA MÁS GRANDE DE LAS VIRTUDES
La lengua griega es una de las más ricas, y tiene una facultad sin rival para expresar los
diversos matices del significado de un concepto, pues, como sucede con cierta
frecuencia, dispone de series completas de palabras para ello. Así, por ejemplo,
mientras el inglés dispone solamente de un vocablo para expresar toda clase de amor, el
griego tiene por lo menos cuatro. Agape significa amor, y agapan, que es el verbo,
significa amar. El amor es la más grande de las virtudes; la virtud característica de la fe
cristiana. Por tanto haremos bien en procurar descubrir todo el contenido de estas dos
palabras griegas cuyas características distintivas podremos conocer si las comparamos
con otras palabras griegas que también signifiquen amor.
1. El sustantivo eros y el verbo eran se usan principalmente para denotar el amor
entre los sexos. Aunque también pueden utilizarse para expresar la pasión de la
ambición o la intensidad de un sentimiento patriótico, característicamente son palabras
que se emplean con relación al amor físico. Gregorio Nazianceno definió ecos como "el
deseo ardiente e insufrible". Jenofonte, en la Ciropedia (5.1.11), tiene un pasaje que
muestra exactamente el significado de eros y eran. Araspas y Ciro están discutiendo
las diferentes clases de amor, y el primero dice: "Un hermano no se enamora de su
hermana, sino de otra; ni un padre se enamora de su hija, sino de cualquier otra mujer,
porque el temor de Dios y las leyes de la tierra son suficientes para impedir tal clase de
amor" (ecos). Notemos que estas palabras están predominantemente relacionadas con
el amor sexual. En castellano, el vocablo amante puede connotar cierta bajeza en la
forma de amar; y, en griego, el significado de las palabras que estamos estudiando
había degenerado a fin de representar hechos más vulgares. Es claro que el cristianismo
difícilmente podía haberse anexado estas palabras, por lo que no aparecen en absoluto
en el Nuevo Testamento.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Escola de Alexandria - Sentido Alegórico "Espiritual"

A Escola d e A l e x a n d r ia . N o início do século 3 o d.C., a interpretação bíblica foi influenciada especialmente pela escola catequética de Alexandria. Essa cidade foi um importante local de aprendizado, onde a religião judaica e a filosofia grega se encontraram e exerceram influência uma sobre a outra. A filosofia platônica ainda estava em curso nas formas do Neoplatonismo e do Gnosticismo. E não é de admirar que a famosa escola catequética dessa cidade caísse sob o encanto da filosofia popular e se acomodasse à sua interpretação da Bíblia. O método natural que ela encontrou para harmonizar religião e filosofia foi a interpretação alegórica, visto que: a. Os filósofos pagãos (estóicos) já haviam, por um longo tempo, aplicado o método na interpretação de Homero e, assim, mostrado o caminho; e  Filo, que também era um alexandrino, emprestou ao método o peso da sua autoridade, reduziu-o a um sistema e aplicou-o até mesmo às mais simples narrativas.
Os principais representantes dessa escola foram Clemente de Alexandria e seu discípulo, Orígenes. Ambos consideravam a Bíblia como Palavra inspirada de Deus, no sentido mais estrito, e compartilhavam da opinião corrente de que regras especiais tinham de ser aplicadas na interpretação das mensagens divinas. E, embora reconhecessem o sentido literal da Bíblia, eram da opinião de que só a interpretação alegórica contribuía para o conhecimento real. Clemente de Alexandria foi o primeiro a aplicar o método alegórico à interpretação do Novo Testamento assim como à do Antigo. Ele propôs o princípio de que toda Escritura deve ser entendida de maneira alegórica. Isso foi um passo à frente em relação a outros intérpretes cristãos e constitui a principal característica da posição de Clemente. De acordo com ele, o sentido literal só poderia fornecer uma fé elementar, enquanto o sentido alegórico conduziria a um conhecimento real.
Seu discípulo, Orígenes, superou-o em erudição e influência. Foi, sem dúvida, o maior teólogo de seu tempo. Mas seu mérito permanente está mais na sua obra de crítica textual do que de interpretação bíblica. “Como intérprete, ele ilustrou o tipo alexandrino de exegese de forma mais sistemática e extensiva” (Gilbert). Em uma de suas obras, forneceu uma teoria detalhada de interpretação. O princípio fundamental dessa obra é que o significado do Espírito Santo é sempre simples e claro e digno de Deus. Tudo que parece obscuro e imoral e inconveniente na Bíblia serve simplesmente como um incentivo para transcender ou passar além do sentido literal. Orígenes considerava a Bíblia como um meio para a salvação do homem; e porque, de acordo com Platão, o homem consiste de três partes - corpo, alma e espírito - ele aceitava um sentido tríplice, a saber, o literal, o moral e o místico ou alegórico. Na sua práxis exegética, preferia desconsiderar o sentido literal da Escritura, referia-se raramente ao sentido moral e usava constantemente a alegoria - uma vez que só ela produziria o conhecimento real.

Orígenes (186-254)

Nascido de pais cristãos em Alexandria, Orígenes foi o membro mais eminente da escola catequética alexandrina. Dedicado totalmente ao estudo dos filósofos gregos e aos textos sagra­dos, primeiro desenvolveu uma atividade impres­sionante como diretor da escola catequética e, depois, como pregador em Cesaréia de Palestina, onde prosseguiu como mestre e escritor. Morreu em Tiro, em conseqüência das torturas a que foi submetido durante a perseguição de *Décio. Orígenes apresenta um estilo inconfundível, tan-to em sua vida quanto em seus escritos, marca­dos por seu afã de ser discípulo cristão. Seu dese­jo de martírio e sua posterior autocastração são exemplos deste empenho de ser cristão até as úl­timas conseqüências.
Sua produção literária foi amplíssima. São *Jerônimo atribui-lhe cerca de 800 obras. O edi­to de Justiniano (543) contra ele e o juízo do V Concílio Ecumênico (553), que o incluía entre os hereges, provocaram a perda de boa parte da pro­dução do alexandrino. Suas obras estão divididas em quatro blocos gerais: a) Bíblicas e exegéticas, entre as quais se deve contar, em primeiro lugar, sua edição da Bíblia (AT) em seis línguas, conhe­cida com o nome de Hexapla. Os scholions, ou notas sobre passagens difíceis da Bíblia, e os co­mentários ou tomos, análises minuciosas de li­vros inteiros bíblicos. b) Teológicas, como o li­vro De principiis, que é a primeira tentativa de teologia sistemática. c) Apologéticas. Destas so­mente conservamos o seu livro Contra Celsum, destinado a rechaçar o Discurso verdadeiro deste autor. d) Ascéticas. Dois escritos: Sobre a oração e Exortação ao martírio, além de duas cartas e fragmentos de outras obras.
A doutrina de Orígenes constitui o primeiro grande sistema de filosofia cristã. Distingue, no cristianismo, doutrinas essenciais e doutrinas acessórias. Todo aquele que recebeu o dom da palavra tem a obrigação de interpretar as primei­ras e explicar as segundas. Orígenes empreendeu uma e outra pesquisa.
— Seu trabalho exegético dos textos bíblicos deixa claro o significado oculto e, por conseguin­te, a justificativa profunda das verdades revela­das. Distingue um triplo significado na Escritura:
o somático, o psíquico e o espiritual, que se rela­cionam entre si como as três partes do homem: o corpo, a alma e o espírito (De princ., IV, 11).
— A passagem do significado literal ao ale­górico das Escrituras é a passagem da fé ao conhecimento. Acentua a diferença entre um e outro e afirma a superioridade do conhecimento que compreende em si a fé (In Joannem, XIX, 3). Ao aprofundar-se, a fé se transforma em conhe­cimento.
— As Escrituras são, pois, o ponto imprescin­dível, porém mínimo, para o conhecimento com­pleto. Existe um Evangelho eterno que vale para todas as épocas do mundo e somente a poucos é dado a conhecer (De princ., IV, 1s).
— Contra os hereges afirma a espiritualidade de Deus. Deus não é um corpo e não existe num corpo. É de natureza espiritual e muito simples. Para expressar essa unidade, Orígenes emprega
as palavras mônada ênada — termos pitagórico e neoplatônico, respectivamente — que expres­sam a singularidade absoluta de Deus.
— O Logos ou verbo é o exemplar da criação, a idéia das idéias, e todas as coisas são criadas pelo Logos, que atua como mediador entre Deus e as criaturas. É certamente co-eterno com o Pai, mas não o é no mesmo sentido. A eternidade do Filho depende da vontade do Pai. O Espírito San­to é criado não diretamente por Deus, mas atra­vés do Logos.
— Orígenes explica a formação do mundo sensível pela queda das substâncias intelectuais que ocupavam o mundo inteligível. O mundo vi­sível não é, pois, outra coisa senão a queda e a degeneração do mundo inteligível e das puras essências racionais que o habitam.
— As almas foram criadas por Deus exata­mente iguais umas às outras, mas o pecado, num estado de pré-existência, fez com que fossem revestidas pelos corpos, e assim as diferenças qualitativas entre as almas se devem ao compor­tamento destas antes de sua entrada neste mundo. Desfrutam do livre-arbítrio e seus atos dependem não só de sua livre escolha, mas também da graça de Deus, que é distribuída conforme sua conduta no estado de pré-encarnação.
— Interpreta a ação da mensagem cristã como uma ação educadora que conduz o homem gra­dualmente para a vida espiritual. Essa é a função do Logos que se encarnou em Cristo. “Jesus afasta a nossa inteligência de tudo aquilo que é sensível e a conduz ao culto de Deus que reina sobre todas as coisas” (Contra Celsum, III, 34). Nisto consis­te a obra da Redenção.
— A educação do homem como retorno gra­dual à condição de substância inteligente e livre verifica-se através de graus sucessivos de conhe­cimento. Do mundo sensível, o homem eleva-se à natureza inteligível, que é a do Logos, e do Logos até Deus. Mediante esse processo, todas as almas — inclusive o diabo e os demônios —,

mediante um sofrimento purificador, conseguirão a união com Deus. Todas as coisas serão restau­radas e regressarão a seu último princípio: Deus. Assim se realizará o ciclo do retorno do mundo a Deus, e Deus será tudo em todos. Tal é a chama­da apocatástasis ou restauração universal.
Tais são os traços fundamentais do sistema de Orígenes, no qual pela primeira vez o cristianis­mo recebe uma formulação doutrinal orgânica e completa. O platonismo e o estoicismo constitu­em as duas raízes fundamentais pelas quais se une à filosofia grega.
Não obstante, a síntese cristã de Orígenes está longe de ser completa. Frente a grandes conquis­tas e acertos na interpretação do cristianismo, como são a exigência da liberdade humana e o destino da humanidade inteira vinculado à reden­ção de Cristo, há outros pontos que Orígenes não soube ver e situar, como o sacrifício de Cristo ou a ressurreição da carne.
BIBLIOGRAFIA: Obras: PG 11-17; Contra Celsum. Versión, introducción y notas de D. Ruiz Bueno (BAC); J. Quasten, Patrología, I, 338-397; Tradução francesa das Homilias sobre o Gênesis, com estudo de H. de Lubac (SC 7). Paris 1944. 


HEXAPLA - OBRA DE ORÍGENES

Tradução das Escrituras em 6 colunas

Postagem em destaque